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Ninguém dormiu em Ancara e Istambul. Caças no ar e tanques nas ruas.

Este artigo tem mais de 9 anos

Foi uma noite em claro na Turquia. Depois de uma facção do exército turco anunciar, na televisão pública, que tinha tomado o poder no país – declarando a lei marcial e o recolher obrigatório – seguiram-se horas de confrontos entre os designados golpistas e os partidários do presidente Erdogan.

Confrontos, com aviões e tanques, resultaram em cenas de violência sem precedentes em Ancara e Istambul em décadas. Rebeldes e as forças legalistas enfrentaram-se nas ruas das duas principais cidades, e dezenas de milhares de pessoas saíram para a rua.

Ancara foi sobrevoada a baixa altitude durante toda a madrugada por aviões-caça e o Parlamento foi alvo de uma série de ataques aéreos. Segundo os relatos, um avião chegou mesmo a lançar uma bomba perto do palácio presidencial.

De acordo com o primeiro-ministro turco, a tentativa de golpe fez mais de 160 mortos e 1440 feridos entre as forças leais ao regime e civis. Entre os militares golpistas, 104 foram mortos (de acordo com o chefe do exército). Mais de 2800 soldados foram presos.

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