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Ministério Público pede pena de prisão para Rui Pinto

Este artigo tem mais de 3 anos

O julgamento do processo Football Leaks entrou hoje nas alegações finais, com três dias reservados no Juízo Central Criminal de Lisboa para as intervenções de Ministério Público (MP), assistentes e defesas dos arguidos Rui Pinto e Aníbal Pinto.

Nas primeiras alegações deste dia, a procuradora Marta Viegas pediu que o arguido Rui Pinto seja condenado a pena de prisão por 89 dos 90 crimes de que está acusado pelo Ministério Público.

“São elevadas as necessidades de prevenção especial. Não estamos em crer que tenha interiorizado o desvalor das ações que praticou”, disse a procuradora, defendendo também que Aníbal Pinto seja igualmente punido com pena de prisão, por ter alegadamente tentado extorquir a Doyen Sports, juntamente com Rui Pinto.

O único crime que, de acordo com o Ministério Público, não ficou demonstrado foi o de sabotagem informática ao Sporting.

Rui Pinto, de 34 anos, responde por um total de 90 crimes: 68 de acesso indevido, 14 de violação de correspondência, seis de acesso ilegítimo, visando entidades como o Sporting, a Doyen, a sociedade de advogados PLMJ, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR), e ainda por sabotagem informática à SAD do Sporting e por extorsão, na forma tentada. Este último crime diz respeito à Doyen e foi o que levou também à pronúncia do advogado Aníbal Pinto.

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