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Mercenário recruta prisioneiros para a guerra: “Se voltares vivo, a tua pena é anulada, qualquer que seja o crime”

Este artigo tem mais de 3 anos

Oligarca e confidente de Vladimir Putin, Yevgeniy Prigozhin foi a uma prisão tentar recrutar homens para lutarem pela Rússia na Ucrânia.

Yevgeniy Prigozhin, proprietário do grupo mercenário Wagner, está a recrutar soldados para a guerra na Ucrânia, para lutarem pelos interesses de Vladimir Putin. Há algum tempo que foi notícia que este oligarca e confidente do presidente da Rússia usava os seus mercenários na Ucrânia, mas nas últimas horas surgiu um vídeo onde este surge a ‘contratar’ prisioneiros para este efeito.

Nas imagens divulgadas, é visível um Prigozhin no centro de um grupo de prisioneiros, discursando e tentando convencer os mesmos a irem lutar pelo lado russo nesta guerra na Ucrânia.

Este, aliás, faz mesmo várias promessas aos prisioneiros. “Se voltares vivo, a tua pena é anulada, qualquer que seja o crime. Se cumprires seis meses, estás livre”, revelou Prigozhin, deixando também alguns alertas: “Se chegares à Ucrânia e decidires que isto não é para ti, então serás executado”.

Há regras também a cumprir dentro do grupo Warner. “Está proibido o álcool, drogas e contatos sexuais com mulheres locais, flora, fauna, homens – qualquer coisa”.

O grupo refere também que só serão recrutados os maiores de 22 anos, “ou menores com autorização”, e com o máximo de 50 anos, isto se “for forte”

De acordo com a BBC, estas filmagens terão sido feitas na região central da Rússia, concretamente em Mariy El Republic.

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