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Mau tempo. A1 reaberta no sentido norte/sul em Soure após corte devido a queda de árvore

Este artigo tem mais de 7 anos

A Autoestrada do Norte (A1) foi reaberta depois de ter estado cortada ao trânsito, ao quilómetro 163, no nó de Soure, sentido norte/sul, devido à queda de uma árvore na via, informaram a Brisa e a GNR. Fonte da Brisa disse ao SAPO24 que o troço já foi reaberto.

Fonte da Brisa disse ao SAPO24 que a A1 já foi reaberta depois de ter estado cortada na zona de Soure devido à queda de uma árvore.

Antes, um comunicado da Brisa dizia que “por motivo de queda de árvore na via, devido ao vento, o trânsito está cortado a A1 – Autoestrada do Norte, no sentido norte / sul, ao km 163,3”, referia um comunicado enviado à agência Lusa.

Fonte da GNR acrescentou que na A1, ao quilómetro 191, no sentido sul/norte, na zona da Mealhada, distrito de Aveiro, há uma viatura imobilizada na estrada e uma árvore caída na via, e ao quilómetro 180, no entido sul/norte, na zona de Condeixa-a-Nova, distrito de Coimbra, há sinais de trânsito caídos na via.

Na A17, que liga Leiria a Aveiro, há várias árvores caídas ao longo desta via, o que está a “condicionar” a circulação, segundo a GNR.

O Furacão Leslie provocou até às 22:45 a queda 120 árvores nos distritos de Setúbal, Lisboa e Leiria, os mais afetados até às 22:30, tendo sido já registadas mais de 200 ocorrências, informou hoje a Proteção Civil.

Mais de 15.000 habitações estavam sem fornecimento de energia elétrica esta noite, devido à passagem da tempestade tropical Leslie, disse à agência Lusa fonte da EDP Distribuição, admitindo um agravamento da situação.

Segundo a mesma fonte, o maior número de habitações afetadas localiza-se nos concelhos de Pombal, Marinha Grande e Leiria, no distrito de Leiria, representando “uma área muito significativa” da extensão dos danos.

O furacão Leslie está a atingir o território continental como depressão pós-tropical, mas com ventos com “intensidades equivalentes a uma tempestade tropical”, com rajadas acima dos 130 quilómetros/hora que podem chegar a máximos históricos de 180/190 quilómetros/hora, segundo o meteorologista do IPMA Nuno Moreira.

De acordo com a Proteção Civil, o período crítico deverá prolongar-se até às 04:00 de domingo.

[Notícia corrigida às 00:32 — retifica a via cortada: era no sentido norte/sul e não sul/norte, como se lia numa versão anterior deste texto]

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