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Marinha evita catástrofe ecológica após pedido de auxilio de navio graneleiro

Este artigo tem mais de 2 anos

Durante a madrugada de sexta para sábado, a Marinha portuguesa evitou uma catástrofe ecológica. O navio graneleiro MBC Daisy, que se “encontrava à deriva a cerca de 22 quilómetros, a Sudoeste do Cabo Espichel”, pediu ajuda após ficar com uma avaria no sistema propulsor.

As treze toneladas de fertilizantes e mais de 200 toneladas de combustível e óleos foram salvaguardadas, evitando assim uma catástrofe ecológica, depois do pediu auxílio por parte do MBC Daisy, após ficar com uma avaria no sistema propulsor, tendo ficado à deriva.

Em condições de mar bastante adversas, com o IPMA também a colocar os distritos de Aveiro, Braga, Coimbra, Leiria, Lisboa, Porto e Viana do Castelo sob aviso vermelho devido à agitação marítima, o comunicado explica que “o navio foi socorrido pelo rebocador Castelo de São Jorge, que largou de Sines às 2h da manhã e iniciou o reboque pelas 4h da manhã de hoje, quando o navio já se encontrava perigosamente a cerca de três quilómetros da Praia da Sancha”.

A operação feita através da Marinha, contou com o empenhamento do NRP Viana do Castelo, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa) e teve a estreita colaboração com a Autoridade Marítima Nacional, sobre a direção dos capitães de Porto de Setúbal e de Sines.

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