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Mais de 200 membros do exército japonês repreendidos por vários escândalos

Este artigo tem mais de 1 ano

O Ministério da Defesa do Japão anunciou hoje ter aplicado sanções a 218 membros das Forças de Autodefesa (exército) por uma série de escândalos, incluindo o tratamento indevido de informações confidenciais.

Onze elementos foram expulsos, dois despromovidos, 83 suspensos, 14 receberam reduções salariais e sete foram formalmente repreendidos. Os restantes receberam repreensões ou advertências.

Este caso, que representa o maior número de repreensões sofridas pelo exército, levou o chefe do Estado-Maior das Forças de Autodefesa Naval, almirante Ryo Sakai, a anunciar a demissão, com efeitos a partir de 19 de julho.

O vice-ministro da Defesa, Kazuo Masuda, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Yoshihide Yoshida, foram igualmente alvo de repreensões.

Os motivos para as repreensões incluem, entre outros, o tratamento indevido de informações confidenciais e abusos como terem recebido subsídios para treinos de mergulho e tarefas que não realizaram, num montante de cerca de 43 milhões de ienes (248 mil euros).

O escândalo surge quando o país asiático tem vindo a reforçar as capacidades de defesa face ao aumento das tensões no estreito de Taiwan e à crescente cooperação entre a Rússia e a Coreia do Norte, o que tem vindo a preocupar Tóquio e aliados.

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