“Os meios de comunicação social devem poder cumprir a sua missão de forma livre e independente para cobrir a realidade do conflito”, disse Macron após uma conversa telefónica com o Emir do Qatar.
O chefe da diplomacia do Qatar, Mayed al-Ansari, condenou estes ataques, que disse constituírem “um novo episódio na série de crimes odiosos cometidos pela ocupação contra o povo palestiniano irmão e uma violação flagrante do direito internacional”.
Al-Ansari sublinhou que ataques contra jornalistas e pessoal médico requerem “uma ação internacional e decisiva”.
“Estou horrorizado com o ataque israelita ao Hospital Nasser. Os civis, os profissionais de saúde e os jornalistas devem ser protegidos”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, David Lammy, reiterando o seu apelo a “um cessar-fogo imediato”.
Também a diplomacia alemã manifestou o seu choque com a morte de jornalistas, de equipas de salvamento e de civis, defendendo que o ataque deve ser investigado.
