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Líderes da UE chocados com assassínio de Shinzo Abe, um “defensor da democracia”

Este artigo tem mais de 3 anos

Os líderes das três principais instituições da União Europeia (UE) lamentaram hoje o assassínio do antigo primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe, classificado como um defensor da democracia e do pluralismo.

O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, denunciou o ataque cobarde contra Shinzo Abe, que considerou “um verdadeiro amigo e feroz defensor da ordem multilateral e dos valores democráticos”.

“Estou chocado e triste com o ataque cobarde contra Shinzo Abe enquanto desempenhava funções profissionais”, escreveu Michel na sua conta na rede social Twitter.

Na mesma rede social, a líder da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, descreveu o ex-primeiro-ministro japonês como “uma pessoa maravilhosa, um grande democrata e campeão da ordem mundial multilateral”, adiantando que o seu “assassínio brutal e cobarde está a chocar o mundo inteiro”.

Pela sua parte, a presidente do Parlamento Europeu disse, também num ‘tweet’, estar “triste e chocada” com o acontecimento.

O antigo primeiro-ministro japonês Shinzo Abe morreu hoje depois de ter sido atingido a tiro enquanto discursava num comício eleitoral em Nara, uma cidade no oeste do Japão, anunciou o seu partido.

Abe, 67 anos, foi atingido pelas costas quando fazia um discurso na rua antes das eleições parlamentares de domingo.

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