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Segundo a Procuradoria-Geral da República, citada pela Lusa, o arguido, que “fazia da prática de furtos modo de vida”, hospedou-se no mesmo hotel que os militares da NATO que participavam no maior exercício mundial de experimentação robótica de sistemas não tripulados (REP-MUS), que reuniu cerca de 300 pessoas, maioritariamente militares. Durante a estadia apropiou-se de um computador e de um iPad pertencentes à NATO e à Marinha sueca, tentando aceder a informações classificadas e copiá-las com a intenção de colaborar com a Federação Russa.
Ainda de acordo com a PGR, o jovem chegou a afirmar que fazia parte de uma organização criminosa de espionagem e violação de segredo de justiça composta por outras onze pessoas, incluindo um inspetor da Polícia Judiciária, mas esta alegação não correspondeu à realidade, tratando-se de um artifício para desviar a investigação.
Além do crime de espionagem na forma tentada, o jovem está acusado de três crimes de furto qualificado, dois crimes de uso de documento de identificação ou de viagem alheio, um crime de falsas declarações, um crime de pornografia de menores, dois crimes de condução sem carta e onze de denúncia caluniosa.
O processo envolve ainda outros dois arguidos, acusados de furto qualificado e sujeitos a termo de identidade e residência, estando o jovem em prisão preventiva e com proibição de contactos.
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