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Jimmy Kimmel voltou aos ecrãs norte-americanos depois de uma semana de suspensão. Quase em lágrimas, o apresentador negou ter feito piadas sobre o homicídio do ativista conservador Charlie Kirk.
“Nunca foi a minha intenção menosprezar o assassinato de um jovem”, disse, com a voz embargada, sublinhando que os seus comentários podem ter parecido “inoportunos ou pouco claros”.
O apresentador criticou as afiliadas da ABC que mantêm o boicote ao seu programa — entre elas a Sinclair e a Nexstar, que representam um quarto da rede — acusando-as de agir de forma “antinorte-americana”. Ainda assim, agradeceu aos que o defenderam, incluindo o senador republicano Ted Cruz.
Suspenso pela ABC, detida pela Disney, após críticas às suas declarações, Kimmel regressou ao ar na sequência de “conversas ponderadas” com a emissora. No entanto, a polémica subiu de tom com a reação de Donald Trump — o Presidente atacou o humorista e ameaçou processar a ABC, acusando a estação de ser “um braço do DNC” e de favorecer os democratas. Na sua rede Truth Social, recordou até uma indemnização de 16 milhões de dólares obtida noutro processo contra a rede.
No seu regresso, Kimmel também respondeu ao Presidente: “O nosso líder festeja por os norte-americanos perderem os seus meios de subsistência porque não suporta piadas. Ele fez tudo para cancelar o meu programa, mas forçou milhões de pessoas a assistir.”
A controvérsia começou após o apresentador acusar a direita norte-americana de explorar politicamente o assassínio de Kirk, alegadamente morto por Tyler Robinson, um jovem de 22 anos descrito como tendo posições de esquerda. O regulador da radiodifusão, Brendan Carr, chegou mesmo a insinuar que poderia rever licenças de estações que transmitam o programa.
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