• Atualidade
  • Economia
  • Desporto
  • Vida
  • Tecnologia
  • Local
  • Opinião
Mais

Jerónimo de Sousa: “Resultados traduzem um quadro parlamentar com uma relação de forças semelhante à de 2015”

Este artigo tem mais de 6 anos

Jerónimo de Sousa admitiu, em declarações aos jornalistas, em Lisboa, que os resultados das eleições legislativas “traduzem um quadro parlamentar com uma relação de forças semelhante à de 2015”. No entanto, o secretário-geral comunista afirmou que a “geringonça” chegou ao fim e que o PCP e “Verdes” votarão caso a caso, no parlamento.

O secretário-geral do PCP, que concorreu na Coligação Democrática Unitária (CDU), juntamente com “Os Verdes”, discursou e respondeu a perguntas dos jornalistas, no centro de trabalho comunista Vitória, na avenida da Liberdade, em Lisboa.

Jerónimo de Sousa assumiu que a denominada “geringonça” – as posições conjuntas entre PS, BE, PCP e PEV de 2015 – chegou ao seu fim, pois “não haverá repetição da cena do papel”, referindo-se à assinatura dos acordos bilaterais há quatro anos.

Segundo Jerónimo de Sousa, os objetivos imediatos do partido serão a luta pelo aumento do salário mínimo nacional para 850 euros, o aumento geral e real das pensões e reformas, creches gratuitas, reforço do investimento em falta no SNS e serviços públicos, 1% para a cultura e a proteção da natureza e do ambiente.

Segundo Jerónimo, o resultado obtido pela CDU constitui um fator negativo para o futuro próximo do país. Com este resultado, os interesses dos trabalhadores e do povo saem enfraquecidos, reforça.

Jerónimo referiu também que “a CDU cá estará, como sempre esteve”.

O líder do PCP assume a perda, mas sublinha que a CDU está com “uma bancada para o combate que for necessário”, “aquela bancada que se caracterizou por uma posição de luta por um conjunto de avanços está lá”, rematou.

(Notícia atualizada às 22h48)

 

Veja também

Em Destaque

Últimas