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Ivanka Trump pode estar a pensar concorrer à presidência: eis esta e outras revelações do livro que investiga o mandato de Trump

Este artigo tem mais de 8 anos

O livro Fire and Fury: Inside the Trump White House do jornalista Michael Wolff promete trazer à esfera pública um conjunto de relatos sobre combates internos e sobre o caos organizacional no coração da presidência dos EUA. Na próxima terça-feira o livro é finalmente publicado, contudo, até agora foram revelados alguns excertos do livro, publicado…

O livro tem como base mais de 200 entrevistas com pessoas do círculo próximo de Donald Trump. Entre as revelações do autor, está a de que Ivanka Trump, diz o The Guardian, terá feito um acordo com o seu marido, Jared Kushner, relativamente à possibilidade de a filha do presidente concorrer à Casa Branca.

Wolff revela também que toda a equipa de campanha de Trump esperava uma derrota do candidato republicano perante a democrata Hillary Clinton. Por exemplo, Kellywane Conwat, atual assessora do presidente, chegou a culpar o republicano Reince Pirebus pela eventual derrota de Trump.

Além disso, o autor partilha que Steve Bannon, principal estratega da campanha de Trump, considerou “pouco patrióticos” e uma “traição” o contacto do filho do presidente, Donald Trump Jr, com o Kremlin durante a campanha.

Insinuações que já mereceram comentários oficiais da Casa Branca, assegurando que Bannon “quando foi despedido, ele não perdeu só o seu emprego, perdeu o juízo”, asseverou Donald Trump em comunicado, acrescentando que Steve Bannon “nada tem a ver” com o Presidente dos Estados Unidos “ou com a Presidência” atual.

No livro, também é partilhada uma conversa telefónica entre o presidente norte-americano e Rupert Murdoch sobre a política de imigração. É revelado que Donald Trump terá terminado a conversa com uma excelente impressão sobre o empresário: “Ele é um dos maiores”, disse presidente. Porém, este quando desliga o telefone, diz que Trump é um “perfeito idiota” (“What a fucking idiot”), segundo revela a BBC.

O livro também cita Sam Nunberg, assessor de campanha de Trump, que confessa ter tentado desenvolver uma conversa com Trump acerca da Constituição norte-americana. “O mais longe que cheguei foi à quarta emenda”, disse Nunberg, insinuando que Trump não possuía um conhecimento vasto sobre a própria constituição.

Seis semanas depois de Donald Trump ter tomado posse, o livro Fire and Fury revela que a administração não sabia identificar as prioridades de Trump. A chefe de gabinete da Casa Branca, Katie Walsh terá perguntado a Jared Kushner quais eram os objetivos da nova administração norte-americana. “Em seis semanas de presidência de Trump, Kushner estava totalmente sem resposta”, cita a BBC.

O autor de Fire and Fury faz ainda relatos sobre a cerimónia da tomada de posse de Trump, sublinhando a visível irritação do presidente, que discutia com a primeira-dama e que se queixava de vários aspetos da cerimónia.

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