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De acordo com os procuradores da cidade de Génova, no norte do país, os suspeitos são acusados de “pertencer e financiar” o grupo palestiniano, considerado organização terrorista pela União Europeia, revela a CNN.
As autoridades alegam que os detidos desviaram cerca de sete milhões de euros nos últimos dois anos para fins humanitários, enviando-os para entidades ligadas ao Hamas. Durante a operação, foram também apreendidos bens no valor de mais de oito milhões de euros.
A investigação começou após a deteção de transações financeiras suspeitas e foi alargada com a cooperação das autoridades holandesas e de outros países da União Europeia, coordenada pela agência judicial europeia Eurojust.
Na rede social X, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, elogiou a operação, considerando-a “particularmente complexa e importante”. Apontando também o nome do presidente da Associação de Palestinos na Itália, Mohammad Mahmoud Ahmad Hannoun, “descrito pelos investigadores como “membro da filial estrangeira da organização terrorista Hamas” e “líder da célula italiana da organização Hamas””.
Até ao momento, o gabinete do primeiro-ministro de Israel não comentou a detenção.
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