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Há 118 milhões de mulheres latino-americanas que vivem abaixo do limiar da pobreza

Este artigo tem mais de 5 anos

A secretária-geral Ibero-americana, Rebeca Grynspan, estimou hoje em 118 milhões o número de mulheres latino-americanas que vivem abaixo do limiar da pobreza, número agravado pela crise provocada pela pandemia de covid-19.

Numa intervenção num evento organizado pelo Governo espanhol a propósito do Dia da Mulher, que hoje se assinala, Grynspan recordou que o ano de 2020 acabou com um aumento de 22% da pobreza feminina na América Latina.

Além disso, recordou que a maioria dos três milhões de empresas que deverão perder-se devido à pandemia na América Latina são de mulheres.

Grynspan disse que as mulheres estão sobre-representadas no trabalho informal, nas micro e pequenas empresas, e nos setores dos serviços, turismo e comércio, que foram os mais afetados pela pandemia.

Acrescentou que não haverá recuperação se as mulheres forem arredadas da tomada de decisões e afirmou que se as mulheres forem marginalizadas, serão tomadas decisões equivocadas.

“Não temos espaço para equivocar-nos” nesta situação “dramática e complicada”, afirmou a responsável pela Secretaria-Geral Ibero-Americana.

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