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Guerra Comercial: Gabão vai proibir exportação de manganês bruto, essencial para produção de aço inoxidável e baterias

O Gabão deixará de exportar manganês em bruto a partir de 2029, no âmbito de um plano para transformar a indústria nacional, anunciou o Presidente Brice Oligui Nguema num comunicado do governo publicado este sábado.

A venda de manganês — utilizado na produção de aço inoxidável e baterias — é uma das principais fontes de receita do país, a par da madeira e do petróleo.

Ao falar na sexta-feira ao conselho de ministros, Oligui ordenou “a proibição formal… a partir de 1 de janeiro de 2029, da exportação de manganês em bruto, um recurso estratégico do qual o Gabão é o segundo maior produtor mundial”, refere o comunicado governamental.

A medida, aplicada num país com 2,3 milhões de habitantes e considerado um dos mais ricos de África, visa desenvolver “uma política industrial ambiciosa baseada na transformação local das matérias-primas, no aumento da qualificação da mão de obra nacional, no domínio das cadeias de valor tecnológicas e na consolidação das receitas fiscais”, acrescenta o documento.

Oligui, líder do golpe de Estado que depôs a dinastia da família Bongo, venceu as eleições de abril com quase 95% dos votos. O presidente afirmou estar a dar ao setor um prazo de três anos para realizar os investimentos necessários à transição.

A venda de manganês — utilizado na produção de aço inoxidável e baterias — é uma das principais fontes de receita do país, a par da madeira e do petróleo.

Ao falar na sexta-feira ao conselho de ministros, Oligui ordenou “a proibição formal… a partir de 1 de janeiro de 2029, da exportação de manganês em bruto, um recurso estratégico do qual o Gabão é o segundo maior produtor mundial”, refere o comunicado governamental.

A medida, aplicada num país com 2,3 milhões de habitantes e considerado um dos mais ricos de África, visa desenvolver “uma política industrial ambiciosa baseada na transformação local das matérias-primas, no aumento da qualificação da mão de obra nacional, no domínio das cadeias de valor tecnológicas e na consolidação das receitas fiscais”, acrescenta o documento.

Oligui, líder do golpe de Estado que depôs a dinastia da família Bongo, venceu as eleições de abril com quase 95% dos votos. O presidente afirmou estar a dar ao setor um prazo de três anos para realizar os investimentos necessários à transição.

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