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Governo vai financiar 313 centros de investigação com 635 milhões de euros. Esta é a lista de quem vai receber financiamento

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O Governo vai reforçar em 22% o financiamento de 313 unidades de investigação e desenvolvimento, que viram a sua candidatura aprovada para o período entre 2025 e 2029. Os centros de investigação que obtiveram financiamento, entre os 336 que apresentaram candidatura, vão receber um total de 635 milhões.

“Este reforço resulta da reprogramação proposta pelo Governo para o PRR, na qual foram alocados 110 milhões de euros para o reequipamento das unidades de I&D”, diz o Ministério da Educação, Ciência e Inovação, no dia em que a Fundação para a Ciência e Tecnologia divulga os resultados provisórios da avaliação das unidades de I&D.

Entre as unidades que viram o financiamento aprovado, 203 estão associadas a universidades, 33 estão associadas a institutos politécnicos e 77 são geridas por instituições de outra natureza.

As três instituições que receberam mais financiamento estão todas relacionadas à área da saúde. A Fundação GIMM – Gulbenkian Institute for Molecular Medicine, situada na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, foi a que mais recebeu financiamento, com aproximadamente 14 milhões e 700 mil euros.

Num próximo segundo lugar está o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, da Universidade do Porto. O centro especializado em biomedicina vai receber cerca de 14 milhões e 300 mil euros.

Em terceiro lugar está o RISE-Health, a maior unidade de investigação em Portugal. Situado na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, o centro vai receber cerca de 12 milhões e 370 mil euros.

Entre os politécnicos, oito acolhem os 16 centros avaliados com Muito Bom ou Excelente, um dos critérios que lhes permite atribuir o grau de doutor.

“Participaram nesta avaliação mais de 315 avaliadores internacionais, distribuídos por 29 painéis de avaliação disciplinares, selecionados entre peritos de elevada competência e experiência científica de mais de 35 países”, refere o ministério em comunicado, sublinhando que os resultados “revelam maturidade e qualidade do sistema científico e tecnológico”.

*Com Lusa

 

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