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Furacão Ian: norte-americanos esperam consequências “catastróficas”

Este artigo tem mais de 3 anos

O poderoso furacão Ian deixou um rasto de destruição em Cuba, na madrugada desta terça-feira (27), e segue agora rumo à Flórida, onde as notícias não são nada animadoras, tendo por base o que aconteceu na ilha do Caribe.

“Desolação e destruição. Vivemos horas de terror. Aqui não sobrou nada”, disse um homem de 70 anos, morador de Pinar del Río, a um jornalista da televisão local, que divulgou o vídeo nas redes sociais.

Alguns minutos antes do furacão tocar o solo em Cuba, o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos informou que a tempestade registrava ventos de 185 kmh por hora, com rajadas até 200 kmh.

https://twitter.com/RH_News_World/status/1574891298011729920

Agora, no estado da Flórida, sul dos Estados Unidos, os moradores também já se prepararam para a chegada do Ian, com o governador Ron DeSantis a declarar estado de emergência em 67 distritos.

“Durante a noite e esta manhã, algumas projeções indicavam a sua chegada à terra ao sul da baía de Tampa. É preciso entender que os impactos serão muito maiores, com inundações catastróficas que ameaçam vidas”, indicou.

O furacão “trará fortes chuvas, ventos fortes, inundações repentinas, tempestades… ao longo da costa do Golfo da Flórida”, afirmou DeSantis.

Quase 5.000 membros da Guarda Nacional uniram-se aos 2.000 soldados do Tennessee, Geórgia e Carolina do Norte para ajudar a combater o furacão, informou o governador.

O furacão Ian tornou-se uma tempestade de categoria 4 “extremamente perigosa”, revelou o Centro Nacional de Furacões nesta quarta-feira, quando se aproximava da costa oeste do estado norte-americano da Flórida.

“Os caçadores de furacões da Força Aérea salientam que Ian transformou-se num furacão de categoria 4, extremamente perigoso”, disse o NHC em um comunicado.

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