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“Fui eu que organizei a minha partida”. O ex-CEO da Nissan-Renault diz que a família não teve nada a ver com a fuga de Tóquio

Este artigo tem mais de 6 anos

O ex-CEO da Renault-Nissan Carlos Ghosn afirmou nesta quinta-feira que organizou “sozinho” a sua partida do Japão, onde estava a aguardar julgamento em prisão domiciliária, negando assim qualquer envolvimento da família.

“As alegações nos media segundo as quais a minha esposa Carole e outros membros da minha família tiveram um papel importante na minha partida do Japão são falsas e mentirosas. Fui eu que organizei a minha partida. A minha família não teve nenhum papel”, garantiu Carlos Ghosn num breve comunicado de imprensa recebido pela AFP.

Carlos Ghosn chegou ao Líbano na segunda-feira, mas o seu local de residência permanece desconhecido. Segundo avançou a agência AFP, o Líbano recebeu ordem de prisão da Interpol contra o gestor.

As condições da saída do Japão – uma fuga segundo as autoridade, uma vez que o ex-CEO da Nissan- Renault não tinha permissão para abandonar o país –  ainda não estão claras.

Foram realizadas buscas em Tóquio e sete pessoas foram presas na Turquia, suspeitas de ajudarem Ghosn na sua passagem por Istambul.

Segundo uma fonte da presidência libanesa, o gestor entrou no país vindo da Turquia e com um passaporte francês e também o cartão de identidade libanês.

Na sua fuga, Ghosn é suspeito de ter alugado um jato particular que partiu do aeroporto de Kansai, no oeste do Japão.

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