• Atualidade
  • Economia
  • Desporto
  • Vida
  • Tecnologia
  • Local
  • Opinião
Mais

Fronteira avança com prejuízos na ordem dos 18 milhões de euros. Monforte avalia danos entre os seis e os oito milhões, mas vão aumentar

Este artigo tem mais de 3 anos

O mau tempo que fustigou o concelho de Fronteira (Portalegre), na terça-feira, causou prejuízos “na ordem dos 18 milhões de euros”, disse hoje à agência Lusa o presidente do câmara, Rogério Silva. Já em Monforte, Gonçalo Lagem estimou hoje danos “na ordem dos seis a oito milhões de euros” no seu concelho devido ao mau…

“Estes valores englobam os prejuízos quer em património municipal, quer em património da Infraestruturas de Portugal”, disse Rogério Silva, autarca de Fronteira.

O autarca recordou que a chuva destruiu várias passagens hidráulicas em estradas e pontes, entre as quais o tabuleiro e guardas da ponte histórica da Ribeira Grande.

Provocou também abatimento e aluimentos de terras, nomeadamente na Estrada Nacional (EN) 243 que liga Fronteira a Monforte, entre outros prejuízos, acrescentou.

“Basta contabilizar esta meia dúzia de situações e estamos logo a falar de 10 milhões de euros”, argumentou o presidente do Município de Fronteira.

O autarca indicou ainda que o Centro Ecoturístico da Ribeira Grande foi “arrasado completamente pelas águas, com prejuízos na zona do restaurante, parque de merendas, parque infantil e piscinas”.

“Nas Termas da Sulfúrea, em Cabeço de Vide, temos a envolvente também danificada. A coisa não está fácil”, destacou o autarca.

Já em Monforte, Gonçalo Lagem estimou hoje prejuízos “na ordem dos seis a oito milhões de euros” no seu concelho devido ao mau tempo, sem contabilizar os danos no setor agrícola, “o mais afetado”.

Contactado pela agência Lusa, o autarca explicou que, da parte do setor público, o valor dos prejuízos situa-se “entre os seis a oito milhões de euros”, valor necessário para a recuperação de estradas, muros, caminhos, entre outras obras.

“No que diz respeito aos prejuízos que tiveram os agricultores, esses valores ainda não estão calculados”, disse o presidente do município, realçando que essa deverá ser “a grande fatia” dos danos.

O concelho de Monforte “foi bastante fustigado na parte do campo, com as ribeiras a levar cercas e a arrastar estações de bombagem”, indicou, referindo também que os agricultores perderam animais e que há “barragens que colapsaram e olivais submersos”.

De acordo com o autarca, “até ao final do dia de hoje” esses valores vão ser contabilizados pelos agricultores junto da autarquia.

Veja também

Em Destaque

Últimas