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Formação de professores: Ensino Superior privado reclama lugar na resposta à escassez nacional

A Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado (APESP) manifestou a sua total disponibilidade para colaborar com o Governo na formação de professores, sublinhando que o setor privado do ensino superior deve ser incluído nos contratos-programa anunciados para dar resposta à escassez de docentes no país.

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Nos últimos meses, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (sob a tutela do governo atual) tem anunciado contratos-programa com instituições de ensino superior públicas para reforçar a formação de professores.

Em carta dirigida ao Ministro da Educação, Ciência e Inovação, a APESP disse. considerar incompreensível não ter sido contactada para integrar a iniciativa: “Portugal enfrenta um desafio estrutural com a escassez de professores. Responder-lhe com eficácia exige a mobilização de todos os recursos e capacidades disponíveis no país, independentemente da natureza jurídica das instituições”, defende, em comunicado.

E acrescenta: “O que está verdadeiramente em causa é o futuro das nossas escolas, das nossas crianças e a capacidade do país garantir educação de qualidade a todos, onde quer que vivam.”

Para a APESP, a falta de professores é um problema nacional que exige uma resposta conjunta, sem distinções entre instituições públicas ou privadas.

A associação apela ao Governo para retomar o diálogo e reforça a sua disponibilidade para colaborar de forma construtiva. Defende que a resposta à crise na educação passa pela união de esforços e não pela exclusão, reiterando que “o país precisa de todos”.

Atualmente, 14 instituições associadas oferecem formação de professores, abrangendo licenciaturas, mestrados e até um doutoramento.

O tema da formação de professores em Portugal tem sido uma das prioridades do Governo nos últimos anos, sobretudo devido à grave escassez de docentes, especialmente no ensino básico e secundário.

Vários relatórios alertam que mais de 50% dos professores estarão em idade de reforma até ao final da década, o que cria uma urgência estrutural na renovação dos quadros.

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