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Fações sírias apoiadas pela Turquia cercam cidade tomada pelo autoproclamado Estado Islâmico

Este artigo tem mais de 9 anos

Fações rebeldes e islâmicas sírias, apoiadas pela Turquia, cercaram hoje a cidade setentrional de Dabiq, na província de Alepo e nas mãos do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), que considera a cidade um símbolo religioso.

Horas após o início da ofensiva contra este bastião do EI, os grupos insurgentes tomaram o controlo das povoações de Gaitun, Arshaf e Al Geilaniyan, segundo o Observatório Sírios de Direitos Humanos.

Estas conquistas permitirão o corte das vias de comunicação do EI de Dabiq com a localidade de Suran e o resto das zonas que os jihadistas dominam na periferia norte oriental de Alepo.

Entretanto, os Estados Unidos da América e a Rússia retomaram hoje negociações diretas para acordar um novo cessar-fogo, com a diferença de que pela primeira vez sete potências do Médio Oriente participam neste esforço.

O chefe da diplomacia norte-americana, John Kerry, e o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei, Lavrov, iniciaram com esse objetivo uma reunião bilateral num hotel da cidade suíça de Lausana.

Ambos mantiveram reuniões prévias e separadas com os homólogos da Turquia, Irão, Arábia Saudita, Jordânia, Iraque, Catar e Egito, que foram convidados a unir-se a este novo esforço para cessar os bombardeamentos sobre a cidade síria de Alepo.

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