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Fábrica do Braço de Prata protesta contra “abuso de critérios sanitários” e só pára a festa quando “as forças policiais anti-arraial” o obrigarem

Este artigo tem mais de 5 anos

A Fábrica do Braço de Prata, em Lisboa, celebra hoje o seu aniversário e os santos populares com o protesto “Manifest@: libertem os músicos!”, contra o que considera “abuso de critérios sanitários”, que impedem “pequenos espetáculos de música ao vivo”.

Assegurando respeitar as medidas de proteção, a Fábrica vai assar sardinhas e dispor de sangria na tenda da Esplanada Espinosa, a partir das 18:00, e ter música, a partir das 19:00, controlando a lotação e a distância entre mesas, fornecendo desinfetante e apelando ao uso de máscaras, para mostrar que “é possível libertar os músicos da sua prisão securitária sem comprometer o combate à pandemia”.

A festa só vai parar, segundo a organização, quando “as forças policiais anti-arraial” os forem prender.

A Fábrica do Braço de Prata recordou, no anúncio da festa, que, ao longo dos seus 13 anos, mais de 1.000 músicos passaram pelas suas quatro salas de concerto, num sistema de bilheteira que revertia a 100% para os que atuavam e os seus técnicos, gerando mais de dois milhões de euros de receitas, “independentes de subsídios, empresários e patrocínios”. E lamenta que tenha se se “esperar muitos meses até recuperar essa vitalidade radicalmente informal”.

 

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