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Ex-presidente russo Medvedev ataca “degenerados e bastardos” que desejam a ‘morte’ do seu país

Este artigo tem mais de 3 anos

O ex-presidente russo Dmitri Medvedev expressou virulentamente nesta terça-feira o seu ódio por aqueles que querem o desaparecimento da Rússia, a quem chamou de “degenerados”, declarações que refletem o endurecimento de algumas autoridades russas em plena ofensiva contra a Ucrânia. 

“Muitas vezes perguntam-me porque é que as minhas publicações no Telegram são tão duras. A resposta é que eu odeio-os. São uns bastardos e degenerados”, disse Medvedev, 56 anos, e muito próximo do presidente Vladimir Putin.

“Desejam a nossa morte, a da Rússia. Mas enquanto continuar com vida, farei todos os possíveis com que desapareçam”, acrescentou, sem dar mais detalhes sobre a quem essas declarações estavam dirigidas.

Medvedev, presidente entre 2008 e 2012, e primeiro-ministro entre 2012 e 2020, ocupa atualmente o cargo de vice-presidente do poderoso Conselho de Segurança russo.

Considerado um moderado, com o início da ofensiva russa na Ucrânia (em 24 de fevereiro) passou a ser um dos críticos mais ferozes aos países ocidentais e as sanções contra Moscovo, que denunciou como “loucas” no mês passado.

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