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EUA. Disparos na Universidade Central do Michigan fazem dois mortos

Este artigo tem mais de 8 anos

Disparos foram reportados no campus da Universidade Central de Michigan, nos Estados Unidos, e o suspeito esteve em fuga durante várias horas, informou esta sexta-feira o estabelecimento de ensino. Há dois mortos confirmados.

A polícia da Universidade Central do Michigan, nos Estados Unidos, confirmou que duas pessoas foram mortas na manhã desta sexta-feira. As vítimas mortais não eram estudantes do estabelecimento, segundo informa a Universidade numa nota divulgada na internet.

A polícia acredita que o incidente está relacionado com uma situação doméstica. E não há mais vítimas relacionadas com este incidente. Ainda assim, com o suspeito ainda a monte, o campus está encerrado e a universidade aconselha os pais que se dirigiam para ir buscar alunos para as férias da Primavera a não se aproximarem do local.

“Há informações de disparos feitos na residência universitária de Campbell Hall. O suspeito ainda está em fuga, a polícia aconselha que todos procurem um abrigo”, informava na manhã de sexta-feira a universidade do estado do Michigan no site e na rede social Twitter.

As autoridades norte-americanas anunciaram ter detido já este sábado um jovem de 19 anos suspeito de ter matado os pais na Universidade de Central Michigan na sexta-feira, numa operação que envolveu mais de 100 polícias.

James Eric Davis Jr. foi detido sem incidentes após ser avistado por uma pessoa num comboio pouco após a meia-noite, segundo um comunicado dos serviços de emergência da universidade.

A Universidade Central do Michigan tem cerca de 23 mil estudantes. O campus, na cidade de Mount Pleasant, fica a 112 quilómetros de Lansing, a capital daquele estado no norte dos Estados Unidos.

Nikolas Cruz, também de 19 anos, matou a tiro 17 pessoas, no passado dia 14 de fevereiro, na escola secundária de Parkland, na Florida, naquele que foi, então, o décimo oitavo incidente com armas de fogo em escolas ou locais próximos de estabelecimentos de ensino nos Estados Unidos, desde o início do ano.

O tiroteio abriu um debate sobre a posse de armas na América, com o presidente Donald Trump a manifestar a intenção de dar armas aos professores para prevenir mais incidentes nas escolas, dizendo que a medida abrangeria docentes com “treino especial” e “solucionaria o problema instantaneamente”.

 

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