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O Governo recorreu às redes sociais para explicar como é que os cidadãos podem aceder aos apoios disponíveis durante o estado de calamidade.
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No dia de ontem, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou que 275 espaços do cidadão e 12 carrinhas móveis estarão nos concelhos afetados conjuntamente com as autoridades locais a ajudar, de forma a que os cidadãos possam usufruir das ajudas mais imediatas.
No total, foi aplicado um pacote de 2,5 milhões de euros, alguns dos quais já acessíveis.
“Vamos dispensar burocracia, papéis, isentar taxas, prolongando a validade de documentos e suspender prazos judiciais nas zonas afetadas”, revelou.
Luís Montenegro disse ainda que o Estado central deixará de exigir fiscalização prévia nas obras, assegurando também que a ASAE tem instruções para ir para o terreno e fiscalizar qualquer tentativa de “especulação ou açambarcamento” de materiais de construção, salvaguardando que com o apoio do IEFP, o governo vai redobrar esforços parar recrutar trabalhadores para a construção nas zonas mais afetadas, sejam eles portugueses, ou imigrantes.
O estado de calamidade foi prolongado até dia 15 de fevereiro.
