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Os banhistas passam em frente à zona dos pescadores. Do lado de cá do passadiço, as barracas dos pescadores (à direita) e os covos para apanhar o choco.créditos: Margarida Alpuim | MadreMedia

Beto (Carlos Alberto Ruivinho Pires), depois de regressar do mar, tira “o lixo” das redes – algas, estrelas do mar e peixes que não são para consumo.créditos: Margarida Alpuim | MadreMedia

Armando Silva, à porta da sua barraca na praia, tem 36 anos e é um dos elementos mais novos na comunidade piscatória de Monte Gordo.créditos: Margarida Alpuim | MadreMedia

João Guerreiro, 69 anos, é pescador em Monte Gordo e desde os 13 anos que se dedica à pesca. Diz, a rir-se, que é mais “peixeiro do que carneiro”, para explicar que prefere comer peixe “seja de que maneira for”.créditos: Margarida Alpuim | MadreMedia

Manuel Araújo de Santos tem 72 anos e é pescador em Monte Gordo desde os 11.créditos: Margarida Alpuim | MadreMedia

A zona dos pescadores e a zona de sombrinhas ficam lado a lado no areal.créditos: Margarida Alpuim | MadreMedia

Detalhe da embarcação “Bem vindo”. Na praia de Monte Gordo, os pescadores estão habituados a que os visitantes tirem fotografias e se aproximem com curiosidade de conhecer mais sobre a vida na pesca.créditos: Margarida Alpuim | MadreMedia