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A mesma investigação revela que Ventura faltou a 30 reuniões, sem sequer ter enviado representante em sete delas. Segundo a legislação, um eleito pode perder o mandato se faltar, de forma injustificada, a três sessões consecutivas ou a seis intercaladas. A possibilidade de perda de mandato foi levantada, mas o partido recusou-se a comentar o assunto quando contactado pelo Público e pela SIC.
Rui Sousa, cabeça de lista da coligação PPD/PSD/CDS-PP (AD), revelou ao PÚBLICO que “ex-militantes do Chega fazem agora parte das nossas listas por se sentirem abandonados durante quatro anos por André Ventura”, uma consequência da ausência do líder.
Álvaro Azedo, do Partido Socialista e presidente do executivo municipal, reforça que André Ventura “veio apenas tomar posse e reprovar-me um orçamento”, criticando a atitude do deputado.
Nas autárquicas de 2021, o Chega ficou em terceiro lugar em Moura, atrás do PS e da CDU, e conseguiu eleger seis deputados municipais, incluindo o seu líder nacional. A campanha do partido foi marcada por um discurso controverso, centrado sobretudo na comunidade cigana, o que contribuiu para divisões dentro da população local.
A ausência quase total de Ventura ao longo do mandato tem gerado críticas e levantado questões sobre o compromisso político do líder do Chega a nível local.
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