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Devido a crise de mau cheiro, autarca da Nova Zelândia diz aos habitantes que não precisam de “parar de fazer cocó”

Este artigo tem mais de 2 anos

Perto de Wellington, na Nova Zelândia, a população debate-se com o mau cheiro da estação de tratamento de esgotos, que deixou os habitantes a nem conseguirem abrir as janelas. A esse propósito, o autarca local foi obrigado a esclarecer que os residentes não precisaram de “parar de fazer cocó”.

Esta terça-feira, a Wellington Water, que gere a estação de tratamento de águas residuais de Seaview, na Nova Zelândia, afirmou que continuava atenta à questão da gestão dos odores que têm atormentado Lower Hutt, uma cidade na região de Wellington, nos últimos meses.

“Reconhecemos que os níveis de mau cheiro têm sido desagradáveis, incómodos e angustiantes para a comunidade”, declarou a Wellington Water num comunicado citado pelo The Guardian.

Durante uma reunião do conselho municipal de Hutt no mês passado, o presidente da câmara, Campbell Barry, questionou se algo poderia ser feito para reduzir o cheiro antes de um festival de música, Juicy Fest, no início de janeiro, em que são esperadas milhares de pessoas.

Como resposta, um funcionário municipal disse que os residentes podiam “parar de fazer cocó”. Agora, Barry viu-se obrigado a esclarecer que os comentários do homem foram “feitos em tom de brincadeira”, não tendo sido emitido qualquer conselho nesse sentido.

Barry acrescentou também que um potencial aumento nas contribuições de esgoto associado ao próximo Juicy Fest “não faria diferença para a questão do odor”.

Para tentar resolver a situação, estão agora em curso trabalhos para substituir os biofiltros da estação de Seaview, com máquinas de dispersão de químicos desodorizantes em funcionamento para melhorar o ar. Entretanto, os residentes terão sido informados de que o mau cheiro irá piorar durante este processo.

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