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Em comunicado, o Climáximo explicou que os três manifestantes, uma estudante do ensino superior, uma trabalhadora numa associação cultural, e um trabalhador da indústria hoteleira, “sentaram-se perto da meta final segurando cartazes que enunciavam frases como ‘Verão mais quente e seco dos últimos 94 anos’.
Do Climáximo, Matilde Alvim afirmou que a ação pretende “denunciar a empresa EDP como culpada direta da crise climática e dos desastres a ela associados. Apesar de todo o greenwashing feito por esta empresa, é preciso sermos claros: a EDP continua a deter centrais de produção de eletricidade através de gás fóssil, impedindo uma transição justa. O gás é um combustível fóssil tão danoso como o petróleo ou o carvão, ao contrário do que nos querem vender”.
Assim, Alvim explica que “para conseguirmos um planeta habitável e ficarmos dentro dos limites de aquecimento delimitados pela ciência climática, Portugal precisaria de ter eletricidade 100% renovável e gratuita já este ano, 2025. Ao invés disso, governos e empresas prendem-nos ao gás fóssil como suposta ‘energia de transição”‘.
“Não está a haver uma transição energética dos combustíveis fósseis para as energias renováveis, mas sim uma expansão energética da diversificação das fontes de energia e de lucro de empresas como a EDP”, explica.
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