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Climáximo cortam estrada em Lisboa. “Neste dia todas as pessoas têm de parar e refletir sobre o que vamos fazer, visto que travar a crise climática não está na mesa de voto”

Este artigo tem mais de 2 anos

O grupo de ativistas do Climáximo cortou a rua ao lado do Museu Nacional de História Natural e da Ciência. Em questão está que “todas as pessoas têm de parar e refletir sobre o que vamos fazer, visto que travar a crise climática não está na mesa de voto”.

Em comunicado, a que o SAPO24 teve acesso, o grupo explica que este novo bloqueio de estrada serve como “ato de democracia radical, para apelar a que as pessoas, independentemente de em quem vão votar no dia 10, reflitam sobre o que vão fazer na semana seguinte, nos restantes dias do ano e durante os próximos quatro anos, quando nenhum governo que será formado e que terá mandato nos próximos 4 anos tem os planos necessários para travar a crise climática”.

Segundo a porta-voz da ação, Leonor Canadas, “este ano vimos milhares de pessoas a perderem a sua vida ou sem acesso a condições básicas de sobrevivência por causa da crise climática”.

A ação, que gerou muitos protestos de automobilistas e populares, teve início às 12:25 e terminou cerca das 13:00, após a chegada da PSP, que algemou os três ativistas e os levou detidos.

Os três ativistas muniram-se de coletes refletores, cartazes e uma faixa, sentaram-se na estrada em cima de uma passadeira e impediram a circulação automóvel até serem removidos.

Um dos condutores impedidos de passar saiu do carro, agarrou um dos manifestantes pela roupa e arrastou-o até ao passeio, conseguindo arrancar antes de o ativista se voltar a sentar no meio da estrada.

Alguns dos transeuntes manifestaram o seu descontentamento pela ação com insultos aos ativistas e apelos aos automobilistas para que lhes “passassem por cima”.

*Com Lusa.  

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