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China limita número de alpinistas autorizados a escalar Everest

Este artigo tem mais de 7 anos

A China vai reduzir, este ano, em um terço, o número de alpinistas que autoriza a escalar o Monte Everest, a partir do norte, como parte dos planos para limpar a montanha mais alta do mundo.

O número total de alpinistas que tentam alcançar o topo do Everest, a 8.850 metros de altitude, a partir do norte, serão limitados a menos de 300, e a temporada de escalada será restringida à primavera, informou a agência noticiosa oficial Xinhua.

Serão também dedicados esforços à recuperação dos corpos de alpinistas que morreram a mais de oito mil metros de altitude, detalha a agência.

O Everest divide-se entre a China e o Nepal.

A China montou estações para classificar, reciclar e recolher lixo da montanha, que inclui latas, sacos plásticos, equipamentos de cozinha, tendas e tanques de oxigénio.

Do lado nepalês, os organizadores de expedições de montanhistas começaram a enviar sacos de lixo com os alpinistas, que durante a temporada de escalada coletam o lixo, que é depois transportado por helicóptero.

Vários alpinistas morrem todos os anos a tentar escalar o Everest, sobretudo na “zona de morte”, acima de oito mil metros de altitude, onde o nível de oxigénio é insuficiente para alimentar o corpo humano.

Em 2017, quase 650 pessoas chegaram ao topo do Everest, incluindo 202 do lado norte, de acordo com a organização sem fins lucrativos Himalayan Database.

No mesmo ano, seis pessoas morreram na montanha.

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