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CGD: Mário Centeno e Paulo Macedo vão ser ouvidos no Parlamento

Este artigo tem mais de 9 anos

O ministro das Finanças, Mário Centeno, e o presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo, vão ser ouvidos no parlamento para prestarem esclarecimentos sobre o “agravamento drástico” dos prejuízos registados pelo banco público.

Na sexta-feira passada, o deputado do PSD Duarte Pacheco disse que a bancada social-democrata iria requerer a presença de Mário Centeno e de Paulo Macedo na comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública “com caráter de urgência”.

Hoje, segundo fonte do grupo parlamentar do PSD, a audição dos dois responsáveis foi aprovada por unanimidade.

Na altura, Duarte Pacheco defendeu que o “agravamento drástico dos resultados” da CGD devia “ser explicado a todos os portugueses”, considerando que “um agravamento dos prejuízos do banco público significa que os contribuintes poderão ser chamados a intervir mais neste banco”.

Na sexta-feira ao final do dia a CGD divulgou que teve um prejuízo histórico de 1.859 milhões de euros em 2016, mais de dez vezes superior aos resultados negativos de 171,5 milhões registados em 2015.

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