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CGD: Formalizada constituição da 2.ª comissão para funcionar até julho

Este artigo tem mais de 9 anos

A criação de uma segunda comissão de inquérito às responsabilidades do Governo na administração da CGD foi hoje motivo de uma resolução do parlamento, publicada em Diário da República, que insiste querer saber a razão da demissão de António Domingues.

Aprovada em 27 de fevereiro de 2017, e hoje publicada, a resolução determina que aquela comissão – que já está em funcionamento desde finais de fevereiro, embora só hoje tenha sido formalmente constituída – deverá funcionar “pelo prazo mais curto que permita cumprir” os seus objetivos, sem ultrapassar os 120 dias, terminando assim em julho.

A comissão vai dedicar-se a analisar três pontos. O primeiro, “apreciar” as negociações, direta ou indiretamente conduzidas pelo Governo, as condições e os termos de contratação da administração de António Domingues para a CGD – Caixa Geral de Depósitos.

O parlamento quer ainda que a comissão aprecie “a intervenção e responsabilidade” do Governo pela gestão da administração liderada por António Domingues e também que aprecie os factos que conduziram à sua demissão e saída efetiva da administração por si liderada.

Hoje, numa entrevista à agência Lusa, o presidente desta segunda comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos (CGD), o social-democrata José Pedro Aguiar-Branco, assegurou que vai fazer tudo para que esta não seja “a comissão dos SMS”.

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