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CDS quer saber o que está o IMT a fazer para resolver conflito no porto de Setúbal

Este artigo tem mais de 7 anos

O CDS-PP pediu esclarecimentos ao Governo sobre o que está a fazer o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) para “resolver a situação laboral no Porto de Setúbal”, onde os estivadores estão em greve.

Numa pergunta dirigida ao Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, entregue no parlamento, o CDS recordou que a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, fez recomendações para que se promova “alterações na estrutura das relações de trabalho existentes no Porto de Setúbal”.

Os centristas querem também saber se o IMT está “a trabalhar em articulação com a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra” e “quando podem esperar-se resultados práticos que permitam restaurar a paz laboral no Porto de Setúbal”.

A bancada do CDS pede também que o executivo revele que “avaliações da situação laboral no Porto de Setúbal foram feitas pelo IMT” e quais as necessidades identificadas.

O Governo propôs hoje à Administração do Porto de Setúbal a emissão, em três semanas, de uma recomendação “inequívoca” do número de trabalhadores necessários aos quadros permanentes e apelou aos trabalhadores temporários para que suspendam a paralisação.

Estas propostas constam de um memorando, a que os jornalistas tiveram acesso, para a resolução do conflito no Porto de Setúbal, onde os trabalhadores eventuais, que representam a maioria dos funcionários, estão em greve desde o dia 5 de novembro.

A proposta em causa vai ser hoje debatida numa reunião, convocada pelo Ministério do Mar, que vai juntar a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e 13 entidades, como sindicatos, empresas e agentes de navegação.

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