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Caso Skripal. Portugal “tomou boa nota” das decisões europeias, mas não anuncia expulsão de diplomatas russos

Este artigo tem mais de 8 anos

O Ministério dos Negócios Estrangeiros anunciou esta segunda-feira que “tomou boa nota das decisões, anunciadas hoje por vários Estados-membros da União Europeia, relativas à expulsão de diplomatas da Federação Russa neles acreditados”. Todavia, não avança com a expulsão de funcionários de Moscovo em território nacional.

Num comunicado enviado ao SAPO24, o ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português anuncia ter tomado “boa nota das decisões” dos 18 países ocidentais que esta segunda-feira expulsaram mais de 100 diplomatas russos dos respetivos territórios.

Na nota, o gabinete de Santos Silva diz que Portugal “condenou imediatamente o atentado de Salisbury e expressou com veemência a sua solidariedade com o Reino Unido”; e que, “além da intervenção em instâncias internacionais como a NATO ou a OSCE, participou nos debates ocorridos no Conselho Europeu e no Conselho de Negócios Estrangeiros de que resultou, designadamente, a decisão de a União Europeia chamar para consultas o seu embaixador em Moscovo”.

Ainda assim, o comunicado não esclarece se Portugal vai expulsar diplomatas russos no futuro, concluindo dizendo que “Portugal acredita que a concertação no quadro da União Europeia é o instrumento mais eficaz para responder à gravidade da situação presente”.

Ao mesmo tempo que o MNE português enviava este comunicado às redações, Espanha anunciava a expulsão de dois diplomatas russos. A decisão fora atrasada por “cortesia diplomática”, cita o ‘El País’. O país vizinho junta-se assim aos 14 países da União Europeia que anunciaram a expulsão de diplomatas russos dos respetivos territórios, num total de 19 países ocidentais a seguir o mesmo caminho que o Reino Unido, que após o envenenamento de Serguei Skripal em Salisbury expulsou 23 diplomatas de Moscovo em território britânico.

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