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De acordo com o Sky News, enquanto o rei cumprimentava o público à porta da catedral, um manifestante gritou: “Há quanto tempo sabe sobre André e Epstein?” e, logo depois, perguntou: “Pediu à polícia para encobrir o André? Os deputados deviam poder debater a família real na Câmara dos Comuns?”.
👀 BREAKING NEWS: Charles has just been heckled in Lichfield about his complicity in covering up accusations against Andrew. Time to investigate Andrew. Royal Epstein Inquiry NOW. #NotMyKing #AbolishTheMonarchy #Epstein pic.twitter.com/HrxBsT8FIq
— Republic (@RepublicStaff) October 27, 2025
O rei optou por não responder às provocações, enquanto vários presentes reagiram com desagrado ao protesto, com um dos populares a gritar: “Cale-se!”.
Graham Smith, diretor-executivo do grupo Republic, que defende o fim da monarquia, confirmou à imprensa britânica que acredita tratar-se de “um dos nossos membros, mas a agir por conta própria”. Ainda assim, defendeu a ação: “Os membros da família real precisam de ser questionados. Se os políticos não fizerem o seu trabalho e a polícia não investigar, mais cidadãos comuns vão começar a fazer perguntas difíceis”, afirmou.
What an amazing welcome to Lichfield!
— The Royal Family (@RoyalFamily) October 27, 2025
Thank you to all who waited outside the Cathedral to say hello. 👋
The King was celebrating the local community and heritage skills around the Fenland Black Oak Table, crafted from a Jubilee Oak that had lay undisturbed in peat for 5,000… pic.twitter.com/dY1cWWlQe1
O responsável acrescentou que gostaria de ver “Carlos num estúdio de televisão, a responder às mesmas perguntas”. O episódio ocorre num momento de forte pressão sobre o príncipe André, que recentemente anunciou que deixaria de usar o título de Duque de York e a Ordem da Jarreteira, após novas revelações no livro póstumo de Virginia Giuffre, mulher que o acusou de abuso sexual.
O príncipe André tem negado veementemente todas as acusações, mas enfrenta crescente escrutínio público, sobretudo depois de surgirem relatos de que teria pedido a um segurança real para “encontrar informações comprometedoras” sobre Virginia Giuffre.
Face às novas alegações, a Polícia Metropolitana de Londres confirmou estar “a analisar ativamente os factos”. Há também pressões para que o título ducal lhe seja oficialmente retirado, algo que apenas pode ser feito por ato do Parlamento.
Além disso, o príncipe enfrenta críticas por viver praticamente sem pagar renda no Royal Lodge, uma mansão com 30 divisões em Windsor Great Park, onde reside desde 2003.
Após a visita a Lichfield, o rei Carlos participou ainda numa homenagem ao primeiro memorial nacional dedicado aos militares LGBT+, intitulado “An Opened Letter, no National Memorial Arboretum”, onde depositou flores e ouviu testemunhos de veteranos sobre o impacto da antiga “proibição gay” nas forças armadas britânicas.
We see all the LGBT+ serving members and veterans of the Armed Forces, and we salute you. 🌈
— The Royal Family (@RoyalFamily) October 27, 2025
This afternoon at the National Memorial Arboretum, The King attended the Dedication Ceremony of a new memorial in recognition of all LGBT+ people who have served and continue to serve… pic.twitter.com/tEbkzsQHTG
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