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PJ confirma buscas por suspeita de corrupção na Câmara de Oeiras e Grândola. Em causa estão empresas do setor turístico

A Câmara de Oeiras está, na manhã desta quinta-feira, a ser alvo de buscas da Polícia Judiciária, numa operação para recolha de elementos de prova sobre eventuais crimes relacionados com desvio de fundos públicos. A informação foi avançada pela CNN e confirmada pela PJ que também refere buscas em Grândola.

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Segundo o canal, em causa estão suspeitas de crimes como corrupção, prevaricação ou participação económica em negócio, por alegados factos que, mais uma vez, levam os inspetores da Unidade de Combate à Corrupção da PJ à sede do município liderado por Isaltino Morais.

Contactada pela Lusa, fonte da Câmara Municipal de Oeiras, confirmou, entretanto, as buscas e adiantou que estão relacionadas com contratos celebrados com a empresa municipal Municípia – Empresa de Cartografia e Sistemas de Informação.

A mesma fonte indicou que as buscas começaram às 9h00 e às 11h40 ainda estavam a decorrer.

Segundo um comunicado da PJ, a que o 24notícias (anteriormente SAPO24) teve acesso, a Polícia Judiciária confirma que, através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção, realizou, esta manhã, “duas operações policiais, para cumprimento de mandados de busca, emitidos pelo DIAP Regional de Lisboa e de Évora, nas Câmaras Municipais de Oeiras e de Grândola e em empresas do setor turístico, no âmbito de investigação a eventuais crimes de prevaricação, corrupção passiva, corrupção ativa, participação económica em negócio e abuso de poderes e violação de regras urbanísticas”.

Segundo a força policial, estas diligências visaram a recolha de elementos documentais, com vista ao desenvolvimento e conclusão, tão breve quanto possível, das investigações em curso.

Lembra-se que as instalações da câmara de Oeiras já foram alvo de várias buscas em diferentes processos que estão em curso, nomeadamente visando o departamento de urbanismo por onde passam todas as licenças de construção no concelho.

O próprio autarca também já foi visado em situações relacionadas, por exemplo, com alegados gastos excessivos em refeições pagas com dinheiro da câmara.

(notícia atualizada às 13h10)

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