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Bombardeamento americano mata cinco membros da Al-Qaeda no Iémen

Este artigo tem mais de 1 ano

Um bombardeamento matou cinco membros do grupo extremista Al-Qaeda no sul do Iémen, informaram, neste sábado, fontes das forças de segurança iemenitas, que acusaram as forças militares dos Estados Unidos pelo ataque.

As autoridades dos Estados Unidos não comentaram a informação.

“Cinco membros da Al-Qaeda foram eliminados num ataque americano na noite de sexta-feira”, declarou, à AFP, uma fonte das forças de segurança da província de Abyan, vizinha de Aden, sede do governo iemenita reconhecido pela comunidade internacional.

“O bombardeamento americano ao norte de Khabar al Maraqsha matou cinco pessoas”, confirmou uma segunda fonte, em referência a uma área montanhosa conhecida por abrigar membros da Al-Qaeda.

A mesma fonte afirmou que entre as vítimas pode estar um dos líderes locais do grupo.

O grupo Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA), considerado pelos Estados Unidos o braço mais perigoso da rede extremista, surgiu no Iémen, durante o caos provocado pelo conflito no país.

A guerra, que começou em 2014, opõe o governo apoiado pela Arábia Saudita aos rebeldes huthis, apoiados pelo Irão.

No início de maio, Washington concluiu um acordo de cessar-fogo com os huthis com a mediação do Omã.

A trégua representou o fim dos ataques americanos lançados em retaliação aos bombardeamentos dos insurgentes contra navios na costa do Iémen.

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