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Autoridades ucranianas acusam russos de lançar bombas de fósforo em Marinka

Este artigo tem mais de 4 anos

As autoridades ucranianas acusaram hoje as forças russas de lançar bombas de fósforo durante o dia na pequena cidade de Marinka, localizada no leste da Ucrânia, tendo sido contabilizados cerca de 12 de incêndios.

“Os russos voltaram a usar hoje bombas de fósforo em Marinka [cidade que tinha 10 mil habitantes antes do início da guerra]”, alertou o chefe da administração militar da região de Donetsk, Pavel Kyrylenko.

De acordo com Pavel Kyrylenko, foram identificados “uma dúzia de incêndios” provocados pelos projéteis e controlados pelos funcionários do Serviço Nacional de Situações de Emergência.

As bombas de fósforo são armas incendiárias cujo uso é proibido contra civis, mas não contra alvos militares, segundo uma convenção assinada em 1980 em Genebra (Suíça).

Na passada sexta-feira, a Rússia negou qualquer violação do direito internacional depois de ter sido repetidamente acusada pela Ucrânia de ter usado bombas de fósforo na invasão.

“As cidades de Georgievka, Novokalinovo e Otcheretino também foram bombardeadas”, observou Pavel Kyrylenko, sem adiantar mais pormenores sobre as armas utilizadas.

“Não há nenhuma vítima a lamentar, mas várias casas ficaram danificadas”, acrescentou.

Também foi realizado um ataque aéreo na aldeia de Slobojanske (nordeste), provocando a morte de uma mulher e do seu filho menor, anunciou o gabinete de imprensa da procuradoria regional de Kharkiv.

Foram ainda disparados mísseis contra uma fábrica em Novomoskovsk e depósito de petróleo em Dnipro (leste), salientou o chefe da administração militar da região, Valentyn Reznichenko, segundo o qual não houve vítimas.

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