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A SIC Notícias avança a informação, através de fontes próxima do gabinete. Segundo a fonte, a empresa teve um “conjunto de falhas técnicas” que a autarquia considera serem “bastante graves“. Estas falhas, lê-se, “foram detetadas ao longo de vários anos” em “processos que envolvem, essencialmente, as duas últimas administrações“.
O mandato do atual presidente Pedro Bogas tinha começado em maio de 2022 acabava no final deste ano, já que o seu término coincide com o dos titulares dos órgãos autárquicos da autarquia.
No dia do incidente do elevador da Glória, sabe-se que Bogas tinha posto à disposição o seu lugar, mas que Moedas rejeitou a eventual demissão do representante.
Entretanto, a Carris assumiu que a empresa contratada para a manutenção MNTC não terá cumprido o contrato, que desconhecia que o cabo não era adequado para ser usado no funicular da Glória e responsabiliza a administração antecedente, liderada por Tiago Lopes Farias.
Terá sido durante esse mandato que decorreu o processo de contratação pública para a compra dos cabos, tendo o processo da instalação terminado já durante a administração Bogas, em dezembro de 2022.
