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Ativistas no Porto de Sines: “Vai ser a maior ação de desobediência civil em Portugal”

Este artigo tem mais de 3 anos

Mais de 150 ativistas da Plataforma Parar o Gás juntaram-se hoje, no centro de Sines (Setúbal), onde iniciaram uma marcha de protesto até ao Terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) do Porto de Sines.

O grupo, a maioria jovens oriundos de Lisboa, Porto e Coimbra, percorria a pé, cerca das 13h, os cerca de três quilómetros que separam o centro da cidade do Porto de Sines, com o objetivo de se juntarem na portaria principal do Terminal da Rede Eléctrica Nacional (REN) e bloquearem a entrada do gás nesta infraestrutura.

“Vai ser a maior ação de desobediência civil em Portugal”, garantiu um dos ativistas, durante um plenário que começou com cerca de duas horas de atraso.

Segundo a organização, os autocarros que transportavam os grupos de ativistas foram parados e registados em operações stop da GNR.

Vestidos com fatos brancos, “uma espécie de uniforme de luta”, explicaram aos jornalistas, os ativistas empunham cartazes a exigir justiça climática e o fim dos combustíveis fósseis, enquanto entoam o cântico “Gás é morte, morte é Gás”.

A ação reivindica o fim de gás fóssil para a produção de eletricidade, e que esta eletricidade passe a ser produzida por fontes de energia renovável até 2025. Os ativistas estão neste momento a bloquear as duas entradas para a infraestrutura fóssil propriedade da REN com os seus corpos.

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