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Ateou fogo ao próprio corpo ‘pelo Tibete’. Estudante morreu num hospital na Índia

Este artigo tem mais de 8 anos

Um estudante tibetano que ateou fogo ao próprio corpo num ato de protesto contra a presença da China na região dos Himalaias faleceu num hospital da Índia, informou um médico este domingo.

Tenzin Choeying, de 19 anos, morreu devido às suas queimaduras em Nova Déli, um semana após gritar “vitória para o Tibete!” e de se ter queimado vivo num campus universitário de Varanasi, no estado de Uttar Pradesh.

“Faleceu no sábado, dias depois de ser levado do hospital de Varanasi para receber tratamento especializado”, declarou à AFP um responsável médico do hospital de Safdarjung, Anil Rai.

O seu corpo será entregue às autoridades após a autópsia, acrescentou.

Muitos manifestantes que protestam contra a presença chinesa no Tibete ateiam fogo ao próprio corpo.

A Campanha Internacional para o Tibete, que assegura que 150 tibetanos se queimaram vivos desde 2009, afirmou que Choeying gritou “vitória para o Tibete!” antes de se queimar.

A polícia de Varnasi, citando testemunhas, disse que o jovem de 19 anos gritou “liberdade!” antes de deitar querosene no corpo e atear fogo no dia 14 de julho.

Os agentes estão a investigar os motivos do suicídio, incluindo a possibilidade de que o estudante se tenha matado por não se ter saído bem nos exames.

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