• Atualidade
  • Economia
  • Desporto
  • Vida
  • Tecnologia
  • Local
  • Opinião
Mais

Asteróide recentemente descoberto pode atingir a Terra em dezembro de 2032

Este artigo tem mais de 1 ano

Trata-se de um asteróide descoberto no final do ano passado que está a ser vigiado pela comunidade científica mundial. Existe uma a probabilidade de 1,2% de colidir com o planeta Terra em dezembro de 2032, ou seja, dentro de sete anos.

Foi detetado pela primeira vez no mês passado por um telescópio no Chile, e é designado ‘2024 YR4’. Tem uma dimensão estimada entre 40 e 100 metros de diâmetro.

A observação foi feita na sua viagem pelo Universo pelo telescópio Asteroid Terrestrial-impact Last Alert System (ATLAS).

Segundo os dados da Agência Espacial Europeia (ESA), o ‘2024 YR4’ apresentou critérios para ativar dois grupos das Nações Unidas. Neste caso International Asteroid Warning Network (IAWN) e o Space Mission Planning Advisory Group (SMPAG) que vão monitorizar e estudar as consequências do possível impacto, e partilhar informação com os diferentes países do mundo.

De acordo com a NASA e a Agência Espacial Europeia (ESA), o asteroide desaparecerá gradualmente de vista nos próximos meses.

De acordo com dados recolhidos a esta quinta-feira, a ESA estima que a probabilidade de o asteroide 2024 YR4 impactar a Terra em 22 de dezembro de 2032 é de 1,2%. Este resultado é consistente com estimativas independentes feitas pelo Center for Near-Earth Object Studies ( CNEOS ) e NEODyS da NASA.

Segundo a ESA, a Terra é atingida por um asteroide deste tamanho a cada poucos milhares de anos, com potencial para causar danos graves nesses locais. É por isso que este está agora no topo da lista de risco de asteroides da ESA até voltar a ser visto em 2028.

Em comunicado, a ESA alerta que, embora o ‘2024 YR4’ tenha quase 99% de probabilidades de passar com segurança pela Terra a 22 de dezembro de 2032, “um possível impacto ainda não pode ser totalmente descartado”.

Na escala de Torino (Torino Impact Hazard Scale), o ‘2024 YR4’ foi classificado como nível 3, na zona amarela. Este nível assinala que o asteroide requer atenção dos astrónomos e que a sua trajetória vai ser acompanhada, o que vai permitir recolher mais informação e diminuir a probabilidade de colisão para zero.

Veja também

Em Destaque

Últimas