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ANA desmente sindicato da PSP e alerta para falta de recursos no aeroporto de Lisboa

O Sindicato da PSP diz que ANA não criou condições para fluxo de passageiros que era expectável, mas a ANA refuta com “impactos da luta sindical, que tem prejudicado milhares de passageiros”.

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“A ANA Aeroportos de Portugal refuta as afirmações irrealistas do presidente da ASPP/PSP relativas à alegada falta de condições da infraestrutura para explicar o tempo de processamento dos passageiros na fronteira aérea do aeroporto de Lisboa”, disse, em resposta à Lusa.

O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Paulo Santos, imputou esta terça-feira responsabilidades à ANA por não ter criado condições para um fluxo de passageiros que já sabia que iria existir.

A gestora aeroportuária defendeu que a “tentativa de desviar a atenção dos impactos da luta sindical, que tem prejudicado milhares de passageiros” é contrariada pela ausência de recursos humanos, planeamento adequado e de estabilidade nas “e-gates”.

Esta situação, conforme referiu, está à vista dos passageiros, que são confrontados com boxes fechadas e “e-gates” desligadas.

A ANA referiu ainda que partilha, diariamente e em tempo real, dados sobre a operação da fronteira, garantindo que tem colaborado com as autoridades para a resolução do problema nas fronteiras aéreas, “naquilo que é da sua responsabilidade contratual”.

O sistema europeu de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários vai ser suspenso por três meses no aeroporto de Lisboa, infraestrutura que vai ser reforçada “de imediato” com militares da GNR, anunciou esta terça-feira o Ministério da Administração Interna.

Em comunicado, o Governo justificou o reforço de medidas de contingência no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, com “o agravamento dos constrangimentos na zona de chegadas” de passageiros não-europeus provenientes de fora do espaço Schengen devido à evolução do novo Sistema de Entrada/Saída (EES) da União Europeia.

O MAI avançou que será também feito um “reforço imediato” de militares da Guarda Nacional Republicana com formação certificada no controlo de fronteiras e que vai ser “aumentado em cerca de 30% a capacidade de equipamentos eletrónicos e físicos de controlo das fronteiras externas.

Para a ANA, estas medidas são adequadas e necessárias para a “mitigação rápida dos impactos”.

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