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“Amamos os ucranianos” diz Trump à chegada de Zelensky

O presidente dos EUA, Donald Trump, recebeu o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca e aproveitou para dizer jornalistas que ama os ucranianos. A reunião é vista como uma das mais complexas e importantes para Zelensky desde o início da guerra na Ucrânia.

Trump deverá apresentar a Zelensky um plano discutido com Putin, que propõe que a Ucrânia ceda controlo de territórios no leste do país, incluindo áreas não ocupadas, em troca de garantias de segurança. A reunião não se espera que resulte num plano de paz completo, mas pode aproximar as partes de um acordo final.

Alguns oficiais ucranianos temem que ceder território possa gerar forte oposição interna e comprometer a liderança de Zelensky, lembrando o receio de um “novo Munique” – referência à cedência da Tchecoslováquia a Hitler em 1938.

Vários líderes europeus estiveram presentes em Washington para apoiar Zelensky, incluindo o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, os presidentes de França e da Finlândia, o chanceler alemão, a primeira-ministra italian, e a presidente da Comissão Europeia, além do secretário-geral da NATO, Mark Rutte. Zelensky enfatizou a necessidade de uma “paz fiável e duradoura” e de exercer pressão conjunta dos aliados sobre a Rússia.

Zelensky sublinhou que o principal objetivo da Ucrânia é a paz duradoura, coordenando posições com os líderes europeus para pressionar a Rússia a terminar a guerra e impedir novas tentativas de conquista. Defendeu a criação de uma nova arquitetura de segurança e afirmou que o país está pronto para uma trégua real.

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