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A Gente (Não) Lê. Festival literário regressa a São Pedro Sul como “ato de resistência”

Entre os dias 6 e 7 de setembro, os livros invadem a povoação de Manhouce, em São Pedro do Sul, Viseu, com o mote de “pensar e agir sobre o mundo”. Na “aldeia onde tudo canta”, juntam-se também atividades infantis e música.

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O festival literário,“A Gente (Não) Lê”, está de regresso em Manhouce, a aldeia de S. Pedro do Sul, Viseu. Este ano o mote é “Resistir”.

Marisa Araújo, dinamizadora do festival, descreve-o como sendo “político”,  “interventivo” e, em comunicado enviado às redações diz que serve “para pensar e agir sobre o mundo” porque  “ler é resistir. Escrever é resistir. Sempre assim foi e assim continuará a ser.”

A edição de estreia, em 2024, foi dedicada ao livreiro natural da terra, José Pinho, fundador da livraria Ler Devagar, que morreu em 2023.

Marisa Araújo revela que fazer este festival é um “ato de resistência”, pois as condições são adversas. Contudo, este “sonho ou loucura” concretiza-se pela impossibilidade de ficar indiferente a uma aldeia “onde tudo canta”. Importa lembrar Isabel Silvestre, cantora portuguesa, que colocou a zona no “mapa de muita gente e que diz que ali  “até as pedras cantam”.

O “Duelo Poético” volta a marcar presença, sob o comando do radialista Fernando Alvim e do jornalista Nicolau Santos, num confronto de palavras.

Realizam-se também caminhadas pelo rio Teixeira com direito a poesia, no cartaz ainda oficinas de pão e música ao vivo com a fadista Gisela João.

Além de programação infantil, em parceria com a Biblioteca Municipal de São Pedro do Sul, que vai contar com contadores de histórias, oficinas de ilustração e de marcadores de livros.

O evento regressa com a iniciativa “Livro Conduto”, onde os convidados podem trazer livros que estejam interessados em trocar, tudo acontece na Escola Primária de Manhouce e os livros que sobrarem são doados à Biblioteca local.

A entrada do festival é gratuita para todas as atividades mediante lotação dos espaços.

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