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A tenente-coronel Susana Pinto, porta-voz do Estado-Maior-General das Forças Armadas, explicou que o objetivo é garantir “uma presença robusta e contínua no terreno”, numa fase em que o território nacional continua a ser atravessado por um conjunto de tempestades.
Segundo a responsável, o primeiro pedido de intervenção das Forças Armadas ocorreu no dia 28 de janeiro, tendo desde então sido reforçado o dispositivo de apoio às autoridades civis e às populações.
“Estamos no terreno a acompanhar as populações enquanto este comboio de tempestades ainda está a atravessar o território, de forma a conseguir mitigar os efeitos, os impactos e o sofrimento das pessoas”, afirmou Susana Pinto.
A Operação Intempéries envolve ações de apoio logístico, remoção de obstáculos, assistência às populações e colaboração com os serviços de proteção civil, numa resposta coordenada aos impactos provocados pelo mau tempo.
Questionada sobre o direito de voto dos militares no domingo passado, a tenente coronel afirmou que foi dito aos militares para irem votar se assim o entendessem.
“Aparentemente, os efetivos mantiveram-se. Voltamos a reiterar a cada militar para poder ir votar se assim o entendesse, mas verica-se nos efetivos que não houve alterações significativas”, apontou.
E acrescentou: “Foi dada essa liberdade e se ele (militar)manifestasse essa intenção poderia ir fazê-lo”
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