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Em declarações no Fórum TSF, Capucho justificou o seu posicionamento com a convicção de que Seguro representa uma candidatura de “ideologia moderada”, com “provas” de ser “constante e confiável”. Em contraponto, descreveu André Ventura como um político que não pode ser classificado como “líder da direita”.
“A comunicação social e o próprio PSD toleram que [André Ventura] seja classificado como líder da direita, mas líder da direita? Ele não é de direita. Ele é de extrema-direita e populista. E, portanto, acho que não há alternativa nenhuma”, afirmou.
Capucho insistiu na gravidade que, na sua opinião, representaria a eleição de Ventura, referindo que seria “um terror para o país” e associando-o a Donald Trump.
“Era um terror para o país a eleição de um homem de extrema-direita, uma pessoa próxima de um imbecil como o Trump. Não, nem pensar”, declarou.
O social-democrata admitiu ainda compreender a decisão do líder do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, de manter o partido neutro na segunda volta, mas reafirmou que discorda dessa estratégia.
“Posso compreender na medida em que ele, apesar do ‘não é não’, tem desenvolvido uma estratégia equidistante entre o Partido Socialista e o Chega na Assembleia da República, no sentido de conseguir, já que não tem maioria, os seus objetivos. Agora, de facto, estou em desacordo”, disse Capucho.
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