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“Marcha pelas nossas vidas”. Estudantes vão a Washington pedir reforma da lei sobre armas

Este artigo tem mais de 8 anos

Estudantes que sobreviveram ao tiroteio da Florida anunciaram, neste domingo, a organização de uma marcha no dia 24 de março, em Washington, para exigir leis mais rígidas de controle de armas, depois de a tragédia em Parkland ter reavivado esse debate nos Estados Unidos.

Na quarta-feira, 14 de fevereiro, Nikolas Cruz, um ex-aluno da escola Marjory Stoneman Douglas de Parkland, ao norte de Miami, abriu fogo nos corredores da instituição com uma arma semiautomática. Matou 17 pessoas. Com 19 anos de idade, obteve licença para comprar a arma, apesar de registo de comportamento violento.

Desde esse dia, muitas vozes se levantaram contra o peso da NRA (National Rifle Association) na política nacional. O mais poderoso lóbi de armas no país defende a livre venda de armas pessoais.

Espera-se que a manifestação de Washington, batizada de “Marcha pelas nossas vidas”, inspire outros eventos em todo país.

“Não é contra o Partido Republicano, ou contra os democratas”, garantiu a estudante Cameron Kasky em entrevista à rede de televisão ABC. “Todos os políticos de ambos os lados que recebem dinheiro da NRA são responsáveis”, frisou.

O lóbi opõe-se a qualquer limitação no setor, apoiando-se na Segunda Emenda da Constituição, a qual garante a qualquer cidadão americano o direito à posse e ao porte de arma.

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