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Associação ambientalista denuncia lixo a céu aberto no Porto de Leixões

Este artigo tem mais de 6 anos

O presidente da Associação Década Reversível (ADERE), Humberto Silva, denunciou hoje à Lusa haver desde o final da semana passada lixo a céu aberto no Porto de Leixões, em Matosinhos, numa extensão de cerca de 30 metros. APDL diz que o lixo a céu aberto em Leixões corresponde a “resíduos importados”

O ambientalista disse não conseguir identificar o tipo de lixo espalhado, que aparentemente caiu de fardos depositados no porto que se terão rompido nem tão pouco se se “trata de lixo importado” destinado a aterros em Portugal.

Humberto Silva acrescentou que a extensão dos fardos e do lixo a céu aberto “se estende por cerca de 30 metros” sendo visível a quem passa na Avenida Antunes Guimarães, em Matosinhos.

Apesar de haver lixo pelo chão, o responsável da associação ambientalista informou “não se sentir mau cheiro quando se passa no local”.

O lixo, acrescentou, está distribuído por “dois segmentos de fardos, cujo número total ultrapassa as centenas”.

A denúncia feita pela ADERE consta da página do Facebook da associação, ilustrada com duas fotografias, datadas de hoje, com as imagens dos fardos acumulados e, numa delas, ao fundo, com lixo espalhado pelo chão.

A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo informou hoje que o lixo a céu aberto em Leixões denunciado pela ADERE corresponde a “resíduos importados”. À Lusa, a APDL acrescentou que a imagem publicada pela Associação Década Reversível (ADERE) “retrata carga geral que está a ser movimentada de um navio, no caso resíduos importados”.

(Artigo atualizado às 18:07)

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